sábado, 13 de julho de 2013
Muitas crianças com Espectro Autista reagem de forma incomum ao mundo ao seu redor.
Isto
acontece porque elas podem não sentir as coisas da mesma forma que
você. Seu filho pode ser hipersensível a certas sensações, o que
significa que uma pequena quantidade da sensação pode estimulá-lo
intensamente.
Se o seu filho é hipersensível, ele pode se afligir e tentar evitar as sensações que o incomodam.
Ao mesmo tempo, seu filho pode ser hipossensível a certas sensações e buscá-las, porque é necessária uma grande quantidade da sensação para estimulá-lo.
Crianças que são hipossensíveis ao movimento são particularmente ativas, porque correm de um lado para o outro, balançam o tronco ou pulam buscando provocar as sensações que precisam.
Por outro lado, há crianças que são hipossensíveis às sensações, e mesmo assim são passivas.
Elas mal reagem ao mundo à sua volta, porque não estão obtendo estímulos suficientes.
Fonte: Blog Selma Carvalho
sexta-feira, 12 de julho de 2013
CIENTISTAS CRIAM MÉTODO PARA DETECTAR DISLEXIA ANTES DA ESCOLA
Ressonância magnética mostraria atividade incomum do cérebro.
Dislexia compromete capacidade de leitura e escrita da criança.
Um estudo publicado na edição desta semana da revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)" mostra que é possível identificar que uma criança é disléxica antes que ela entre no ensino fundamental. Estima-se que entre 5% e 17% das crianças tenham dislexia, uma condição que compromete a capacidade de soletrar, prejudicando a leitura e a escrita. Quando há casos na família, a chance de que uma criança também seja disléxica é maior.
Os pesquisadores do Hospital Infantil de Boston, nos EUA, fizeram exames de ressonância magnética para observar o cérebro de 36 crianças de pré-escola enquanto elas realizavam tarefas em que tinham que decidir se duas palavras começavam com o mesmo fonema – essa também é uma dificuldade enfrentada pelos disléxicos.
Na comparação com o grupo controle, as crianças com histórico de dislexia na família apresentaram atividade reduzida em certas regiões do cérebro: as junções do lobo temporal com o lobo parietal e o occipital. As mesmas áreas também são afetadas pela dislexia nos adultos.
Leia na íntegra: http://g1.globo.com/ ciencia-e-saude/noticia/2012/ 01/ cientistas-criam-metodo-para-de tectar-dislexia-antes-da-escol a.html
Imagem ilustrativa/ Getty
via Neurociências e aprendizagem.
Ressonância magnética mostraria atividade incomum do cérebro.
Dislexia compromete capacidade de leitura e escrita da criança.
Um estudo publicado na edição desta semana da revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)" mostra que é possível identificar que uma criança é disléxica antes que ela entre no ensino fundamental. Estima-se que entre 5% e 17% das crianças tenham dislexia, uma condição que compromete a capacidade de soletrar, prejudicando a leitura e a escrita. Quando há casos na família, a chance de que uma criança também seja disléxica é maior.
Os pesquisadores do Hospital Infantil de Boston, nos EUA, fizeram exames de ressonância magnética para observar o cérebro de 36 crianças de pré-escola enquanto elas realizavam tarefas em que tinham que decidir se duas palavras começavam com o mesmo fonema – essa também é uma dificuldade enfrentada pelos disléxicos.
Na comparação com o grupo controle, as crianças com histórico de dislexia na família apresentaram atividade reduzida em certas regiões do cérebro: as junções do lobo temporal com o lobo parietal e o occipital. As mesmas áreas também são afetadas pela dislexia nos adultos.
Leia na íntegra: http://g1.globo.com/
Imagem ilustrativa/ Getty
via Neurociências e aprendizagem.
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